Na busca por uma resposta à pergunta “Somos quem aparentamos ser nas redes socais?”, dei de cara com o resultado de uma pesquisa da Universidade do Texas, nos Estados Unidos, que afirma categoricamente que sim. A pergunta não é nova, nem a conclusão do estudo (que é de 2009), mas fiquei com essa questão na cabeça como desdobramento de dois fatos recentes: um pessoal, e outro coletivo. Ambos me levaram a constatar que ou todas essas possibilidades de interação nos tornaram pessoas muito carentes, ou a carência humana acabou sendo revelada com a facilidade ofertada pelas tecnologias. (mais…)